Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
Dependências - Política dos CATUS e toxicodependência (tel)

Perante a questão, colocada por um telespectador, da necessidade de dotar  os CATUS de uma maior agilidade - uma vez que os doentes têm que esperar três a quatro semanas por uma consulta -, o presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência reconheceu que o acesso é um pouco desigual a nível nacional. Mas avançou: "É difícil encontrar outra especialidade mais célere. E o tempo médio de espera por uma consulta ronda as duas semanas", afirmou João Goulão.

 
O mesmo telespectador referiu ainda que, após a consulta, lhe terá sido sugerido a toma de metadona como terapia de substituição, tendo o internamento apenas sido aconselhado passados quatro anos.
 
A este respeito, o presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência clarificou que "em 2008, encontravam-se em tratamento cerca de 38 mil doentes nas estruturas do IDT: cerca de 50 e tal por cento estavam em terapia de substituição; os outros 40 e pouco, em tratamentos chamados “livres de drogas”.


publicado por servicodesaude às 16:41
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