Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Doenças do Fígado - Transplante Hepático e Doação em Portugal

Quando as técnicas terapêuticas não chegam e a pessoa está em risco de vida, é necessário fazer um transplante; transplante que se faz com grande êxito em Portugal. Da mesma forma, também se pode afirmar que a doação é um sucesso devido ao elevado número de dadores entre nós.

 

Questionado sobre a existência de doentes que morrem por falta de dador, em Portugal, Eduardo Barroso, cirurgião e director do Centro Hepatobiliopancreático e de Transplantação do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, admite que sim, já que “os dadores nunca são em número suficiente em parte nenhuma do mundo”. No entanto, reconhece, “temos um suplemento de fígados que os outros países não têm”.
 
"Nos últimos dois anos fizemos uma média de 130, 140 transplantes, mas 40 ou 50 desses transplantes foram feitos com fígados de doentes com Paramiloidose que, amavelmente, os cederam. Esta foi uma ideia do Dr. Linhares Furtado, que iniciou esta técnica de transplante sequencial em Portugal.
 
Pedro Magalhães Ribeiro representa uma das associações ligadas ao fígado, neste caso, “Um Fígado pela Vida”, e pertence ao núcleo dirigente da Associação Portuguesa de Paramiloidose (doença dos Pezinhos).
 
"Herdei a doença através do meu pai. Os primeiros sintomas, por volta dos 30 anos, foram os de um doente com Paramiloidose, ou seja, perca de sensibilidade, perda de peso, perda de força muscular e arritmias. Tive a felicidade de ser um desses doentes. De ser dador e também receptor".
 
Pedro Magalhães Ribeiro Admite que passou uma fase de negação da doença e alerta as pessoas para que quando detectem os primeiros sinais se desloquem ao médico para efectuarem o diagnóstico.


publicado por servicodesaude às 18:21
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