Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Paralisia Cerebral - Centros de Reabilitação Nacionais e no Estrangeiro (telefonema)

Telefonema Maria João, 24 anos, de Gaia:

 

Mãe de criança de dois anos com paralisia cerebral. Terá corrido algo mal no parto. Questiona-se sobre a qualidade dos Centros de Reabilitação nacionais e sobre a possibilidade de se deslocar ao estrangeiro.
Ouviu dizer que na Florida, nos EUA, e também na Alemanha, já existem técnicas mais eficazes de tratamento em que são retiradas células tronco, posteriormente injectadas por punção lombar até ao cérebro.
 
"Técnicas sob investigação, mas que não devem levantar falsas expectativas aos pais", diz Graça Andrada. "Não há milagres e a deficiência motora é a que predomina na paralisia cerebral. E essas não podemos eliminar. Podemos ajudar o cérebro a desenvolver-se dentro do potencial de cada um, dependentemente das áreas do cérebro lesionadas.
Estamos a par dessas experiências internacionais e os neurologistas conhecem-nas. Ir a uma clínica apenas por dois meses não faz sentido porque o mais importante nesta patologia é a continuidade e não intensificar tratamentos que, para as crianças, são trabalhos forçados", afirma a pediatra, especialista em reabilitação e neurodesenvolvimento e Coordenadora do Programa Nacional de Vigilância de Paralisia Cerebral.


publicado por servicodesaude às 17:06
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