Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Sexualidade Feminina - Introdução (por Maria Elisa Domingues)

Não é vulgar referir a saúde sexual quando se fala de saúde em geral. Quanto muito isso acontece se existem problemas graves provocados por disfunções sexuais, em particular, dos homens.

 
A sexualidade feminina, mais reservada é, nos últimos anos, remetida para as páginas das revistas, muitas das quais a tratam com uma banalidade desconcertante e inconsequente, porventura bem longe das vivências da maioria das mulheres portuguesas que continuam com dificuldade em verbalizar as suas experiências no campo sexual.
 
Talvez por essa razão é raro lermos notícias sobre as listas de espera para as consultas de sexologia, embora todas as especialidades médicas sejam objecto de constantes críticas por tal razão.
 
No entanto, sabemos que a saúde é um todo, que o físico e o psíquico interagem de forma estreita. E se é inegável que o 25 de Abril, décadas atrás, trouxe novos comportamentos e atitudes às gerações mais velhas, os meios de comunicação, em particular a Internet, modificaram por completo a forma das mais novas encararem o sexo.
 
Hoje organizam-se reuniões de mulheres para vender objectos eróticos como antes se faziam para vender Tupperwares. Mas haverá na população feminina, em geral, novos comportamentos? E, se assim for, terá essa alteração contribuído, de forma positiva, para a saúde sexual das mulheres, tal como definida em 75 pela Organização Mundial de Saúde?
 
Fomos ouvir mulheres dos 18 aos 60 anos, com formação sociocultural diversa e de diferentes zonas do país. O resultado não terá validade científica mas é francamente curioso.


publicado por servicodesaude às 23:05
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