Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) : Ponto de situação em Portugal (DGS): 30 Setembro

 

Na semana que decorreu entre 21 e 27 de Setembro foram detectados 1.530 novos
casos de síndrome gripal.
Na semana em causa, 21 doentes tiveram internamento hospitalar. Destes, 6 em unidades de cuidados intensivos, sendo que 5 já estavam internados na semana anterior.
Relativamente à situação clínica, a maioria dos novos casos diagnosticados não
registou gravidade.
Na última semana, houve registo de duas mortes, já divulgadas.
A maioria dos novos casos de síndrome gripal (83%) registou‐se em Portugal
Continental. Na Região Autónoma dos Açores verificaram‐se 16% dos casos e 1% na
Região Autónoma da Madeira.
O Ministério mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe,
contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações
que lhes são dadas.
O Ministério da Saúde faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da
infecção da Gripe A no seu site (http://www.portaldasaude.pt/). A mesma informação
pode também ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção‐Geral da
Saúde (http://www.dgs.pt).

Lisboa, 30 de Setembro de 2009

 



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Domingo, 27 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1): Tamiflu desaconselhado na prevenção diz OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou esta sexta-feira que não se utilizem os medicamentos antivirais como prevenção contra a Gripe A.

O aviso surge após a detecção de uma dúzia de casos de resistência na sequência do uso profiláctico de medicamentos contra a gripe A, refere a Organização em comunicado.
«Até ao momento, foram detectados no mundo 28 vírus resistentes», revela a mesma nota informativa.

«Doze destes vírus resistentes aos medicamentos estão associados à utilização de oseltamivir (comercializado com o nome de Tamiflu) como prevenção após o contacto» com pessoas infectadas ou em situações de risco, precisa a organização.



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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Ponto de situação em Portugal - 23 Setembro

No período entre 14 e 20 de Setembro foram diagnosticados 2.213 novos casos de síndrome gripal.

Nessa semana estiveram hospitalizados 20 doentes. Destes, 8 em unidades de cuidados intensivos, sendo que 5 já estavam internados na semana anterior.
Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos diagnosticados não registou gravidade.
A maioria dos casos (88,3%) registou-se em Portugal Continental . Na Região Autónoma dos Açore vertificaram-se 10,5% dos casos e 1,2% na Região Autónoma da Madeira.
O Ministério mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe,
contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações
que lhes são dadas.
O Ministério da Saúde faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da
infecção da Gripe A no seu site (http://www.portaldasaude.pt/). A mesma informação
pode também ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção
Saúde (http://www.dgs.pt).
Lisboa, 23 de Setembro de 2009


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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Já matou perto de 3 500 pessoas em todo o mundo (18 Setembro)

A gripe H1N1 matou pelo menos 3.486 pessoas no mundo desde o surgimento do novo vírus, em Março passado, anunciou esta sexta-feira uma porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS). Só na última semana morreram 281 pessoas.

 
No total, a OMS teve conhecimento de 296.471 casos de gripe A (H1N1) confirmados por análises em laboratório em todo o mundo, contra 277.607 casos na semana passada.
A contagem estará contudo subavaliada, uma vez que se sabe que muitos países deixaram de proceder às análises laboratoriais como forma de diagnosticar a doença.
 
A maior quantidade de mortes pela gripe A ocorreu no Continente Americano, com 2.625 vítimas. Na região da Ásia e do Pacífico houve 620 mortes e, na Europa, mais 140.
No Médio Oriente 61 pessoas morreram após contraírem o vírus, enquanto na África houve registo de  40 vítimas.
A OMS notou que a transmissão segue intensa na América do Sul e Central, e também na Ásia, enquanto nas regiões temperadas do Hemisfério Sul, como a Austrália e a África do Sul, a gripe A perde força.
(Fonte:  LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A e AFP - Agence Grance Press).


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Gripe A (H1N1) - Produção de vacinas aquém do previsto (18 Setembro)

A produção anual da vacina contra o vírus H1N1 será "substancialmente menor" do que as 4,9 bilhões de doses que a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerava ser possível, disse um porta-voz na sexta-feira.

Gregory Hartl afirmou que, com base nos resultados dos testes clínicos de cerca de 25 laboratórios, a produção semanal é inferior a 94 milhões de doses. No entanto, os cientistas pensam agora que uma única dose deva bastar para garantir a imunidade.
As estimativas baseavam-se na expectativa de que os laboratórios transfeririam toda a sua capacidade produtiva das vacinas contra a gripe sazonal para a vacina contra o H1N1.

 

O Brasil, os Estados Unidos, a França, a Grã-Bretanha, entre outros países, anunciaram ontem que destinarão parte de seus stocks de vacinas para os países pobres. Na maioria dos casos a doação ronda os 10% do volume total de vacinas que os países doadores receberão.

A OMS elogiou a medida, já que demonstra o compromisso desses países na justiça da distribuição de recursos escassos.


A OMS afirma que, em teoria, todas as 6,3 bilhões de pessoas do mundo devam receber pelo menos uma dose de vacina para a nova gripe. Com isso, a organização sustenta que haveria uma protecção abrangente contra o vírus, que já matou pelo menos 3.486 pessoas, segundo os dados mais recentes divulfados pela OMS.

(Fonte: Reuteurs e AFP - Agence France Press)



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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Vacina pode ter efeitos adversos graves, embora raros (17 Setembro)

A nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
 

O alerta parte do Governo britânico que, através da Agência de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), enviou uma carta confidencial aos neurologistas a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação.

 
O documento foi enviado a 600 neurologistas britânicos a 29 de Julho e é o primeiro sinal de que há preocupação ao mais alto nível sobre as possíveis complicações decorrentes da vacina. A carta refere ainda o uso de uma vacina semelhante nos Estados Unidos, em 1976, quando morreram mais pessoas devido à vacinação do que devido à gripe.
 
Questionado pelo Correio da Manhã sobre os efeitos adversos da vacina, o presidente da Associação Portuguesa dos Médicos de Saúde Pública, Mário Jorge Rêgo, admitiu as consequências: "Essa situação é muito bem conhecida da classe médica."
Adiantou, porém, que quase todas as vacinas e as infecções podem causar essa síndrome, mas o aparecimento destes casos são raros. Contudo, disse, "as vacinas não estão isentas de riscos." (Fonte: Correio da Manhã)


publicado por servicodesaude às 18:20
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Gripe A H1N1: O principal está para vir (17 Setembro)

Barreiro, Setúbal, 17 Set (Lusa) - O director da Escola Nacional de Saúde Pública, Constantino Sakellarides, afirmou hoje que "o principal" da gripe A em Portugal "ainda está para vir" e alertou para a necessidade de preparação na resposta ao aumento do número de casos.

"O principal da gripe A ainda está para vir e não podemos ter complacência em relação a isso. Vai chegar o tempo onde vamos ter muitos casos, a maior parte serão casos banais de gripe habitual, mas vai existir um pequeno grupo de casos mais graves em que os hospitais vão ter um papel muito importante", afirmou o também ex-director-geral da Saúde, à margem da celebração do 24º aniversário do Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro.
Constantino Sakellarides considerou que, até ao momento, a resposta das autoridades e dos serviços de saúde tem sido "eficaz", mas lembrou que Portugal está numa fase "de alguma intensidade, mas ainda é certa".


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Gripe A (H1N1): Ponto de situação em Portugal (17 Setembro)

Lisboa, 17 de Setembro (gabinete ministra da Saúde):

Entre 7 e 13 de Setembro de 2009 foram diagnosticados 2.105 casos novos de síndrome
gripal.
Nessa semana estiveram hospitalizadas 19 pessoas. Destas, cinco em unidades de
cuidados intensivos, das quais três se mantinham internadas desde a semana anterior.
Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos diagnosticados não registou
gravidade.
A maioria dos casos (92%) registou-se em Portugal Continental. Na Região Autónoma
dos Açores verificaram-se 7% dos casos e 1% na Região Autónoma da Madeira.
O Ministério mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe,
contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as
indicações que lhes são dadas.
O Ministério da Saúde faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da
infecção da Gripe A no seu site (http://www.portaldasaude.pt/). A mesma informação
pode também ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção-Geral da
Saúde (http://www.dgs.pt).
 



publicado por servicodesaude às 14:58
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Serviços de Atendimento à Gripe (SAG)

O que fazer se suspeitar que contraiu o vírus da gripe A?
Antes de se dirigir a um serviço de saúde, ligue de imediato para a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e siga as instruções. Esta linha encaminha o utente para os serviços adequados, de modo a salvaguardar a sua saúde e evitar o risco de contágio da infecção.

 

Como funcionam os serviços de atendimento à gripe?
São a nova arma do Ministério da Saúde no combate contra a gripe A, para receberem os pacientes referenciados pela Linha Saúde 24 (808 24 24 24). Não convém, por isso, deslocar-se a estes serviços por iniciativa própria. Actualmente, são 25 espalhados pelo País, mas o número deverá crescer. Estão previstos mais 22 novos centros para Lisboa e Vale do Tejo:

 
Algarve
Centro de Saúde de Loulé
Centro de Saúde Portimão
Centro de Saúde Tavira
Centro de Saúde Silves
Centro de Saúde Albufeira
Centro de Saúde Lagoa
 
Aveiro
Centro de Saúde de Aveiro
Centro de Saúde de Ovar
 
Castelo Branco
Centro de Saúde Novo
 
Coimbra
Centro de Saúde de Santa Clara
Centro de Saúde de Arganil
Centro de Saúde Figueira da Foz
 
Évora
Hospital Espírito Santo
 
Guarda
Centro de Saúde Parque da Saúde
 
Leiria
Centro de Saúde Marinha Grande
 
Lisboa e Vale do Tejo
CATUS dos Olivais
Centro de Saúde Paço de Arcos
Centro de Saúde de Almada
 
Viseu
Centro de Saúde III
Centro de Saúde de S. Pedro do Sul
 
Açores
Centro de Saúde de Angra do Heroísmo (Terceira)
Centro de Saúde da Praia da Vitória (Terceira)
Centro de Saúde de Nordeste (S. Miguel)
Centro de Saúde da Povoação (S. Miguel)
Centro de Saúde de Vila do Porto (Santa Maria)
 
(Fonte: DECO - Associação de Defesa do Consumidor)


publicado por servicodesaude às 17:00
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Gripe A (H1N1) - Vacina pode chegar a muitos mais portugueses (15 Setembro)

No dia em que começou a ser vendida a vacina contra a gripe normal, o laboratório que

está a produzir as vacinas contra a gripe A para Portugal anunciou que os resultados do primeiro estudo clínico indicam que uma dose da vacina deverá ser suficiente para imunizar contra a nova estirpe do vírus.
Se os resultados preliminares da vacina pandémica se confirmarem, são boas notícias, dado que Portugal encomendou a esta farmacêutica, a britânica GlaxoSmithKline (GSK), seis milhões de vacinas com o objectivo de imunizar apenas 30 por cento da população.

Inicialmente, os especialistas previam que seriam necessárias duas doses, o que significa que sendo apenas necessária uma dose, a vacina contra a gripe A poderá chegar a muito mais pessoas. 

Não se sabe a data exacta em que a vacina chegará a Portugal. A emresa farmacêutica irá proceder a mais 15 ensaios clínicos que, no total, vão envolver cerca de nove mil pessoas, na Europa, no Canadá e nos EUA.

Os estudos de várias outras farmacêuticas na corrida - como a suíça Novartis, a francesa Sanofi-Aventis, a australiana CSL e duas empresas chinesas - tinham já apontado para conclusões semelhantes (uma dose será suficiente).
Falta aguardar pelo parecer positivo do comité de especialistas da Agência Europeia do Medicamento (EMEA), que se reúne no início da próxima semana.

 

Entretanto, começam hoje a ser vendidas nas farmácias 1,7 milhões de vacinas da gripe sazonal (a gripe normal), que nada têm a ver com a vacina pandémica e não oferece protecção contra a nova estirpe do vírus.

São recomendadas a idosos, doentes crónicos e profissionais de saúde, como acontece todos os anos. (Fonte: "Público")



publicado por servicodesaude às 16:06
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Vírus vai causar mortes no país (14 Setembro)

O director-geral de Saúde, Francisco George, admitiu esta segunda-feira que a gripe A pode causar mortes em Portugal e que a epidemia deve ainda prolongar-se por um ou dois anos. 'Não vamos continuar com uma taxa de letalidade zero', afirmou Francisco George, numa conferência da Ordem dos Médicos sobre o vírus H1N1, aberta à comunicação social.

Portugal registou desde o início do Maio 7513 casos de gripe A, mas até ao momento não se registou qualquer morte provocada pela doença.
Francisco George atribuiu a ausência de mortes à resposta dada desde o início da epidemia mundial. (Fonte: Correio da Manhã)


publicado por servicodesaude às 15:54
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Ponto da situação em Portugal (9 Setembro)

Lisboa, 9 de Setembro de 2009 (gabinete da ministra da Saúde):

Entre 31 de Agosto e 6 de Setembro, foram diagnosticados 2.390 casos novos de síndrome gripal. Nessa semana estiveram hospitalizadas 13 pessoas, das quais três se mantinham internadas em unidades de cuidados intensivos desde a semana anterior.
Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos diagnosticados não registou gravidade.
A maioria dos casos (94%) registou-se em Portugal Continental. Na Região Autónoma dos Açores verificaram-se 5% dos casos e 1% na Região Autónoma da Madeira.
O Ministério mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe, contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações que lhes são dadas.
O Ministério da Saúde faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da infecção da Gripe A no seu site (http://www.portaldasaude.pt/). A mesma informação pode também
ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção‐Geral da Saúde (http://www.dgs.pt).
 



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Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Diagnosticados 2.390 novos casos de 31 de Agosto a 6 de Setembro

O Gabinete da ministra da Saúde informou que entre 31 de Agosto e 6 de Setembro foram diagnosticados 2.390 novos casos de síndrome gripal.

Nessa semana estiveram hospitalizadas 13 pessoas, das quais três se mantinham internadas em unidades de cuidados intensivos desde a semana anterior.
 
Os casos da última semana são situações de pessoas que apresentam sintomas gripais. Diagnostica-se um caso de vírus da gripe porque já não se fazem os exames laboratoriais a todas as pessoas e porque neste momento não circulam outros vírus, nem há conhecimento de circulação do vírus da gripe sazonal. A maioria dos novos casos diagnosticados não registou gravidade, garantiu o Ministério no Portal da Saúde.
 
Quanto ao surgimento de uma nova vacina, a ministra da Saúde, Ana Jorge, afirmou que não vai estar disponível em breve nas farmácias e alertou para o facto de a vacinação para a gripe sazonal não criar imunidade contra o vírus H1NI.
"Logo que a EMEA [Autoridade Europeia do Medicamento] aprove a utilização das vacinas, estaremos em condições de as usar quando elas estiverem em Portugal", assegurou Ana Jorge.
O Ministério da Saúde mantém o alerta aos cidadãos para, em caso de sintomas de gripe, contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações que lhes são dadas. E faz, semanalmente, o ponto de situação da evolução da infecção da Gripe A no site (http://www.portaldasaude.pt/). A mesma informação pode também ser consultada no Microsite da Gripe, no site da Direcção‐Geral da Saúde (http://www.dgs.pt).


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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Número de casos e óbitos mundialmente (OMS)

Regiões
Total
30 Agosto 2009
 
Casos
Óbitos
OMS Regional - Africa (AFRO)
3872
11
OMS Regional - Americas (AMRO)
116046
2234
OMS Regional Mediterrâneo (EMRO)
5031
21
OMS Regional - Europa (EURO)
Mais de 46000
Pelo menos 104
OMS Regional Sudoeste Asiático (SEARO)
19362
188
OMS Regional Pacífico Ocidental (WPRO)
63895
279
 
 
 
Total
Mais de  254206
Pelo menos 2837



publicado por servicodesaude às 15:07
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Gripe A (H1N1) - DECO aconselha análise de seguros de saúde

Depois do presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) ter dito que maioria dos seguros de saúde não cobre as despesas ligadas à gripe A, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) aconselhou quem tem seguros a analisar as cláusulas das suas apólices.

Se não existir uma exclusão explícita, a seguradora não pode eximir-se de suportar as despesas relacionados com a gripe dentro da anuidade do seguro, garante aquela associação.



publicado por servicodesaude às 10:01
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - 2.879 casos confirmados

Ponto de situação da evolução de Gripe A em Portugal – semana de 24 a 30 de Agosto de 2009

O Gabinete da ministra da Saúde anunciou que entre 24 e 30 de Agosto foram diagnosticados nas unidades do Serviço Nacional de Saúde 2.879 pessoas com Gripe, das quais 380 com confirmação laboratorial ao vírus H1N1.
 A fase actual de vigilância da Gripe A está centrada no tratamento dos doentes com sintomatologia. Por esse motivo, as análises são realizadas apenas a doentes com critérios clínicos que o justifiquem.
Relativamente à situação clínica, a maioria dos casos (95%) não registou gravidade. Durante esta semana (35ª semana) foi internada uma pessoa, que se mantém em estado crítico. Continuavam ainda internadas em unidades de cuidados intensivos mais duas pessoas.


publicado por servicodesaude às 14:53
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Gripe A (H1N1) - Grupos e factores de risco

De acordo com a Organização Mundial de Saúde são agora mais claros os grupos populacionais mais vulneráveis ao vírus da gripe A, já que as investigações conduzidas por todo o mundo encontram-se agora bem documentadas.

As mulheres grávidas e a população jovem, em geral (mesmo que anteriormente saudáveis), constituem dois dos grupos de risco com maior potencial de infecção pelo vírus H1N1.

Os dados recolhidos demonstram que certas condições de saúde aumentam o risco da gripe A ter efeitos graves, ou mesmo fatais, como é o caso das pessoas que já sofram de doenças respiratórias, nomeadamente asma, doença cardiovascular, diabetes e hipertensão.

 

A obesidade surgiu como um possível factor contributivo para casos fatais de gripe A, de acordo com uma pesquisa alargada sobre as mortes causadas pela pandemia.

Os dados foram avançados pelo Instituto Francês para a Vigilância da Saúde Pública, que estudou as características de 574 mortes associadas à pandemia do H1N1 até à segunda quinzena de Julho.


publicado por servicodesaude às 13:25
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Gripe A (H1N1) - Efeitos nas empresas e na economia

O director da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Gregório Rocha Novo, advertiu ontem para os "efeitos catastróficos" da propagação do vírus da gripe A nas empresas. No pico da pandemia a taxa de absentismo poderá rondar os 35% da população trabalhadora, afirmou, ou seja, cerca de 2,1 milhões de portugueses.

Para além disso, poderá verificar-se uma redução de 0,3 a 0,45% do PIB (entre 490 e 740 milhões de euros). Para o representante da CIP, "as empresas mais pequenas serão as mais afectadas porque o risco de contágio simultâneo pode ser maior".



publicado por servicodesaude às 09:49
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Gripe A (H1N1) - Informação sobre a pandemia vai chegar por SMS

Os portugueses vão passar a receber informação sobre a gripe A (H1N1) directamente no telemóvel, anunciou ontem o director-geral da Saúde. Francisco George acrescentou já ter recebido autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados para aceder às bases de dados das operadoras de comunicações móveis: Optimus, Vodafone e TMN.

Desta forma, as autoridades de saúde vão poder enviar mensagens sobre “os riscos, a prevenção e as medidas tomadas relativamente ao controlo da gripe A", explicou o director-geral da Saúde na conferência internacional sobre a pandemia, realizada ontem, dia 1 de Setembro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.



publicado por servicodesaude às 08:06
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Gripe A (H1N1) - Vacinas em Setembro destinadas aos grupos de risco

Estão previstas vacinas para cerca de 30 por cento dos portugueses,  “que irão chegar por lotes, progressivamente, a partir de Setembro", disse ontem, terça-feira, a ministra da Saúde, Ana Jorge, no decorrer duma conferência sobre a pandemia de gripe A, na Fundação Gulbenkian. "Vamos esperar pelos resultados dos estudos da Agência Europeia do Medicamento sobre efeitos secundários para iniciarmos a vacinação", referiu.

A vacina contra a Gripe A poderá estar disponível nas unidades de saúde ainda na primeira quinzena deste mês, mas apenas para os grupos de risco e não para a população em geral.

Nos grupos de risco incluem-se os profissionais de saúde, as pessoas com mais de 65 anos e pessoas com doenças crónicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas ou pulmonares.

As grávidas e as crianças têm mostrado particularmente sensíveis à doença, pelo que  também deverão ser incluídas nos grupos de risco.



publicado por servicodesaude às 08:05
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Gripe A (H1N1) - Maioria dos portugueses vai ser tratada em casa

A maioria dos portugueses com gripe A não irá necessitar de internamento; vai ser vigiada em casa, pelo telefone. Na fase mais acentuada de circulação do vírus, prevista para o Outono, os doentes vão ser observados em serviços de atendimento à gripe (SAG), nos centros de saúde.

Os que não precisarem de ser hospitalizados - mais de 90%, estimam as autoridades - serão tratados em casa. As autoridades de saúde vão criar equipas domiciliárias para actuarem em situações ainda a definir.
As Administrações Regionais de Saúde estão a ultimar a actuação dos SAG, que funcionarão em alas próprias dos centros de saúde e segundo orientações nacionais, especificadas no Plano de Contigência Nacional.

Em zonas mais populosas, poderá haver mesmo centros de saúde - ou extensões - destinados exclusivamente a atender doentes com gripe, de forma a evitar contactos entre infectados com H1N1 e outros doentes.
A sua localização só deverá ser divulgada numa fase posterior, para não criar confusão na população. Agora, sublinha o Ministério da Saúde, as pessoas deverão seguir as recomendações e ligar para a Linha de Saúde 24 (808242424) que, em caso de suspeita, as encaminhará para os hospitais de referência.
 



publicado por servicodesaude às 07:45
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Gripe A (H1N1) - Pandemia afectará um milhão de portugueses: dez mil serão casos graves

Um milhão de portugueses deverá ser infectado com o vírus da gripe A no pico da pandemia e dez mil serão casos graves, que necessitarão de internamento, estimou ontem o director-geral da Saúde, Francisco George, na conferência "Informar para Agir", que decorreu na Gulbenkian.

"Não se sabe ao certo quando vai ser, mas há-de chegar o dia em que todos estaremos expostos ao H1N1", destacou Francisco George, acrescentando que "estamos perante um fenómeno que pode ter pouca expressão em termos de taxas percentuais, mas que em números absolutos impõe um stress grande às unidades de saúde".

 

Um dos problemas que os hospitais vão ter de enfrentar é o aumento da afluência às urgências. Mas não é o único. A ministra da Saúde assegurou que "as Administrações Regionais de Saúde já estão a fazer o levantamento da capacidade das unidades de cuidados intensivos e a trabalhar na articulação dos vários hospitais", de forma a serem disponibilizados espaços para internar os doentes.

 

Mais complexa vai ser gerir a situação dos doentes graves, que necessitam de ventilação.

Para a ministra da Saúde entre as prioridades, está a identificação da "disponibilidade de ventiladores que podem ser mobilizados em caso de necessidade". Até porque, apesar da maioria das infecções ser benigna, "quando os doentes necessitam de ventilação, geralmente precisam durante um longo período, uma média de 10 a 14 dias",  explicou Ana Jorge.

Nigel Lightfoot, da Agência de Protecção da Saúde do Reino Unido, admitiu mesmo que "vai chegar uma altura em que se terá de escolher se um ventilador será dado a uma criança de três anos ou a uma mulher de 64".

 

 



publicado por servicodesaude às 07:30
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Gripe A (H1N1) - Mais de 2600 casos confirmados

Até 30 de Agosto, o número de casos confirmados de gripe A, em Portugal, ascendeu aos 2614. Na última semana foram diagnosticados 360 novos casos, quase um terço dos registados na semana anterior, cerca de 900. A baixa no número de novos casos está, no entanto, apenas relacionada com o facto das autoridades de saúde terem deixado de testar todas as pessoas com sintomas.

Até ao momento, 10 pessoas continuam hospitalizadas, de acordo com o director-geral de Saúde, Francisco George. A ministra da Saúde, Ana Jorge, acrescenta que três continuam internadas nos cuidados intensivos, em estado grave: a mulher de 30 anos no Hospital S. João do Porto, desde o início de Agosto, e outras duas doentes no Hospital Curry Cabral, em Lisboa. Por enquanto, continua a não haver nenhuma morte relacionada com a gripe A.


publicado por servicodesaude às 07:14
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Gripe A (H1N1) - Plano de Contigência Nacional - Protecção individual: máscaras e soluções anti-sépticas

O Plano de Contigência Nacional, elaborado pela DGS, converge em vários aspectos para os métodos de protecção individual (higiene das mãos, higiene respiratória e uso de equipamentos de protecção individual, como máscaras e soluções anti-sépticas), mas também para medidas de distanciamento social e para a vigilância dos viajantes internacionais. 

 

A transmissão através de gotículas implica o contacto do nariz, boca ou conjuntiva ocular com as gotículas libertadas pela tosse, espirro ou fala dos doentes e requer o contacto próximo (distância inferior a 1 metro).
Do ponto de vista teórico, a transmissão pode ser prevenida pelo uso de máscara cirúrgica) e pela adopção de medidas de higiene respiratória (por exemplo, cobrir a boca ou o nariz ao tossir ou espirrar).
 
O vírus da gripe pode também transmitir-se através do contacto com a pele, principalmente as mãos e através de superfícies ou objectos contaminados. (A sobrevivência deste vírus em superfícies não porosas pode ir até às 48 horas.)
Salienta-se a importância das soluções anti-sépticas alcoólicas, nas apresentações disponíveis no mercado (toalhetes e fórmulas em líquido ou gel).
 
As máscaras cirúrgicas e os respiradores de partículas desempenham um papel
importante no controlo das infecções transmitidas por via aérea. O seu uso recomenda-se de forma particular nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, quer aos profissionais de saúde e outros prestadores directos de cuidados, quer aos doentes.
 
Para os profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados, é ainda recomendável a utilização de outros equipamentos de protecção individual (luvas, batas, touca para cabelo, avental, protectores oculares, calçado próprio - em áreas restritas -, entre outros).
 
No que diz respeito aos doentes com gripe, as recomendações apontam para o uso de
máscaras cirúrgicas também na comunidade, em qualquer fase da actividade gripal,
quando haja contacto próximo (distância inferior a 1 metro) com outras pessoas.
 
Quanto ao público em geral, não existe evidência firme de que o uso universal de máscaras cirúrgicas possa contribuir para a redução da transmissão do vírus da gripe. Durante a epidemia da SRA, os resultados de alguns estudos observacionais sugeriram
fraca evidência quanto ao seu efeito protector para os utilizadores.
É, assim, difícil tomar uma posição fundamentada quanto à utilização generalizada deste equipamento, tanto mais que o seu uso indevido não é isento de riscos. Por exemplo, a utilização de máscaras cirúrgicas húmidas ou molhadas pode ter o efeito inverso, isto é, aumentar o risco de infecção.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, na comunidade, o recurso ao referido equipamento é “permitido mas não encorajado”.


publicado por servicodesaude às 09:37
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Gripe A (H1N1) - Plano de Contigência Nacional - Protecção colectiva e quarentena: hospitais, lares e escolas

A quarentena (isolamento dos contactos) não é geralmente recomendada. A execução desta medida levanta questões de ordem prática, por vezes difíceis de contornar, nomeadamente nas situações de epidemia ou de pandemia, pelo elevado número de pessoas que potencialmente poderá envolver. Por outro lado, nem sempre é fácil identificar quem foi “verdadeiramente” exposto. É o que pode ser lido no Plano de Contigência  Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia de Gripe.

 
Todavia, a aplicação da quarentena poderá justificar-se em situações excepcionais, em função da avaliação de risco, por exemplo, em ambiente hospitalar ou outros, com pessoas institucionalizadas, quando haja elevado risco de complicações de gripe, como pode verificar-se nos lares de idosos.
Em período pandémico, a quarentena dos coabitantes dos doentes durante um intervalo de tempo mínimo, correspondente ao período de incubação da doença, poderá vir, também, a estar indicada.
 
As crianças que frequentam as escolas podem actuar como os grandes transmissores
do vírus da gripe, pelo que existe plausibilidade quanto à efectividade do encerramento das escolas. Aparentemente, esta medida, tomada precocemente, poderá retardar a propagação da doença.
Deve considerar-se, contudo, a disponibilização de locais alternativos, não colectivos, para permanência deste grupo populacional. Trata-se de um ponto crítico, que parece adquirir maior gravidade nas zonas urbanas.
 
Evitar grandes concentrações de pessoas pode fundamentar a proibição de aglomerações (sobretudo em locais fechados ou sobrepovoados (por exemplo, escolas, locais de trabalho, centros de dia, unidades militares), assim como limitar a realização de eventos públicos com grande concentração de pessoas (por exemplo, conferências, congressos, cinemas, feiras, mercados).
Durante a pandemia, poderá ser desaconselhada a utilização de transportes públicos
para deslocações não essenciais ou ser recomendadas outras medidas de distanciamento social, tais como a restrição da circulação do trânsito.
 
A experiência demonstra que o rastreio de doentes e a sua quarentena nas fronteiras
não atrasam substancialmente a entrada do vírus num país, excepto em situações de
isolamento geográfico (ilhas) ou em contextos políticos especiais (países com fronteiras encerradas ou intensamente vigiadas).
Considera-se preferível, porque mais efectiva, a informação aos viajantes internacionais (health alert notices) e, eventualmente, rastreio à saída pode dissuadir os doentes de viajarem.
Um estudo da Health Protection Agency do Reino Unido sugere que, para ter um efeito
significativo na propagação de uma pandemia, a redução dos voos de e para as áreas
afectadas deve ser quase total e instantânea, o que, na prática, se torna inviável.
 
O rigor e a intensidade destas medidas de saúde pública terão de ter em conta a gravidade da doença (a taxa de letalidade), os grupos de risco afectados e a situação epidemiológica em cada momento.
A evidência e a experiência indicam que as intervenções agressivas para isolar doentes ou colocar em quarentena os contactos, poderão ser ineficazes e ser geradoras de uma perturbação social ainda maior, embora possam vir a demonstrar-se essenciais para a contenção da pandemia, numa fase precoce.
Não se exclui, por este motivo, a eventual necessidade de recurso a medidas coercivas, sendo a sua aplicação da competência das Autoridades de Saúde (AS), em articulação, se necessário, com o poder judicial e com as forças de segurança.

 



publicado por servicodesaude às 09:35
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Gripe A (H1N1) - Plano de Contigência Nacional - Protecção profissionais de saúde

Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, os profissionais deverão usar máscara
cirúrgica quando em contacto com doentes com gripe sazonal
, principalmente durante a execução de procedimentos passíveis de produzir aerossóis, sendo importante que a máscara tenha bom ajuste facial.


No período pandémico, não se recomenda o uso por rotina de respirador de partículas
aos profissionais de saúde sem contacto próximo com o doente, mesmo que no interior
do quarto/área de isolamento (usar máscara cirúrgica). Contudo, será de considerar
essa possibilidade em função da duração, frequência e proximidade do contacto com
o doente (por exemplo, um auxiliar de limpeza que entre em múltiplos quartos deverá
usar respirador de partículas, devido à frequência e à duração da exposição).


Na fase 6, o profissional de saúde deverá usar respirador de partículas (tipo FFP2
ou superior)
prioritariamente nas seguintes situações: quando esteja no quarto/área
onde se executam procedimentos geradores de aerossóis, na prestação de cuidados
directos a doentes com gripe complicada de pneumonia (diagnóstico clínico e/ou radiológico) e na reanimação de doentes com gripe pandémica.

 

O princípio da precaução aconselha, ainda, o uso de respirador de partículas quando em contacto a menos de 1 metro com doentes que apresentem sintomatologia sugestiva de gripe. Contudo, deve ser salvaguardada a disponibilidade de respiradores para as situações consideradas prioritárias.
 

Nas situações em que esteja indicado o uso de respirador de partículas, a sua indisponibilidade recomenda o uso alternativo de duas máscaras cirúrgicas sobrepostas,
bem ajustadas à face.
 

Em pandemia não se recomenda o uso de respirador de partículas aos profissionais com contacto estritamente administrativo com os doentes, mas sim de máscara cirúrgica.


Nas unidades prestadoras de cuidados de saúde, a fim de prevenir a transmissão por
contacto, directo ou indirecto, os profissionais de saúde deverão utilizar outros EPI,
designadamente luvas, toucas, equipamento de protecção ocular, vestuário e calçado
específicos
, em função do nível de risco de exposição.



publicado por servicodesaude às 09:00
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Gripe A (H1N1) - Plano de Contigência creches, escolas e outros estabelecimentos de ensino (1/2)

O objectivo do Plano de Contingência é manter a actividade da instituição escolar, em face dos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente o absentismo dos profissionais e dos alunos.

Consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas, de modo articulado, em cada fase da evolução da pandemia da gripe, sendo da responsabilidade de cada instituição escolar, em articulação com as famílias e os serviços de saúde.
 
É importante identificar os fornecedores de bens ou serviços necessários para a manutenção das actividades essenciais e garantir, por exemplo, o fornecimento de refeições ou os transportes escolares.
 
O encerramento da escola é uma medida que apenas deve ser adoptada se determinada pelo Delegado de Saúde.  

 

É de equacionar o teletrabalho, actividades através de e-mail, a fim de reduzir o impacte do absentismo dos professores, ou de um eventual encerramento.

 
É fundamental prever alternativas para o caso de sectores vitais poderem ser afectados. Por exemplo: possuir alguma reserva de água engarrafada e de alimentos não perecíveis e aumentar as reservas de produtos de higiene e limpeza ou de materiais escolares.
 
Os profissionais devem possuir a formação necessária quanto à lavagem das mãos e às regras de etiqueta respiratória. Devem também saber lidar com situações de crianças que possam apresentar febre ou outros sinais de gripe, sendo importante manter uma adequada articulação com a Unidade de Saúde Pública local.

 

Aconselha-se que sejam instituídas rotinas de lavagem das mãos, à entrada da escola e das salas de aula. Chupetas, brinquedos que possam ser levados à boca, copos, pratos e talheres não devem ser partilhados.

 

Não devem ser utilizadas toalhas de pano de uso colectivo, mas sim toalhetes e lenços de papel. Deve ser equacionada a colocação de dispositivos de parede com soluções de limpeza das mãos à base de álcool, em particular nas salas de creches e jardins-deinfância e nas salas de isolamento de crianças doentes.

 

O Plano deve estabelecer a periodicidade de limpeza e arejamento das salas. Os espaços e superfícies de trabalho, maçanetas das portas devem ser lavadas com frequência, em particular em creches e jardins-deinfância. Os brinquedos e materiais de uso partilhado devem ser higienizados, com detergente doméstico e passados por água limpa, no final da utilização.

 

Devem ser instituídas regras claras de não admissão na escola de crianças ou profissionais que manifestem febre ou outros sinais de gripe, a fim de evitar o contágio

Em caso de dúvida, contactar a Linha Saúde 24 – 808 24 24 24 ou o Delegado de

Saúde da área.

 


sinto-me:

publicado por servicodesaude às 08:55
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Gripe A (H1N1) - Planos de Contingência - 12 Princípios de boas práticas

 

  1. Não inventar o que já se sabe: alinha-se pelas orientações nacionais em matéria de Saúde Pública (microsite da gripe, em www.dgs.pt).
  2. É específico de cada organização: parte sempre de um bom diagnóstico das especificidades da empresa.
  3. É simples: sintetiza o essencial de forma simples, para poder ser facilmente partilhado por todos os que nele intervêm (anexos técnicos para os detalhes).
  4. É muito mais do que um documento: é um veículo para o envolvimento de toda a organização na preparação para a epidemia de gripe, um instrumento para uma clara distribuição das tarefas previstas para todos os colaboradores e um meio para calibrar e partilhar “expectativas inteligentes” sobre os resultados da sua aplicação.
  5. Define expectativas inteligentes a partir dos seus objectivos: não é possível evitar a pandemia e alguns dos seus efeitos, mas é possível (i) dificultar a transmissão da doença; (ii) contribuir para um diagnóstico, isolamento e tratamento precoce dos doentes; (iii) promover a protecção dos sãos, principalmente os mais vulneráveis; (iv) assegurar a continuidade das principais funções da organização.
  6. Realiza os seus objectivos inovando sempre que possível: a necessidade de responder à crise pandémica pode ser um estímulo para inovar processos, procedimentos, serviços e produtos.
  7. É preciso sobre quando activar que medidas: estabelece claramente as circunstâncias concretas em que cada uma das medidas que prevê deve ser activada.
  8. Centra-se numa estratégia de informação e comunicação: esta atravessa horizontalmente todos os objectivos de plano de contingência e inovação.
  9. Define claramente um dispositivo de gestão: identifica as pessoas que o gerem, o modo como se relacionam com a administração da organização, com as autoridades de saúde ou outras entidades relevantes para o caso particular de cada organização.
  10. Articula-se com os PCIs de organizações que partilham interesses comuns: uma epidemia envolve o conjunto da comunidade – é importante que todos assumam igualmente a “responsabilidade social” que lhes corresponda.
  11. Plano por ensaiar não é plano: é necessário testar todos os seus aspectos operacionais, a tempo de serem accionados quando necessário e ajustar o PCI de acordo com os resultados desses ensaios.
  12. É actualizado regularmente: dessa forma incorpora-se atempadamente o novo conhecimento que entretanto se tornou disponível, assim como as alterações nas orientações das autoridades sanitárias entretanto verificadas.

 



publicado por servicodesaude às 08:50
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Gripe A (H1N1) - Dispersão europeia de casos fatais (31 Agosto)

 



publicado por servicodesaude às 08:38
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Gripe A (H1N1) - Dispersão mundial de casos fatais (31 Agosto)



publicado por servicodesaude às 07:26
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Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Gripe A (H1N1) - Forma severa ataca jovens saudáveis

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para uma forma mais grave da gripe A, que ataca directamente os pulmões e causa problemas em jovens saudáveis, obrigando a tratamento hospitalar intensivo.

Alguns países estão a reportar que 15% dos doentes hospitalizados com a doença estão a necessitar de cuidados intensivos, pelo facto do vírus infectar os pulmões, e provocar uma grave falha respiratória. (29 Agosto)



publicado por servicodesaude às 11:54
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Gripe A (H1N1) - OMS alerta para explosão do número de casos

Genebra, 28 Ago (Lusa) - O vírus H1N1 da gripe A, que já provocou perto de 2200 mortes em 177 países, e tornou-se o vírus da gripe dominante no mundo, ultrapassando a gripe sazonal, indicou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 
"A dada altura, haverá uma explosão do número de casos" confirmados de gripe A, afirmou o director da OMS Pacífico Ocidental. Nos próximos dois anos poderão ser infectados com H1N1 dois mil milhões de pessoas em todo o mundo, um terço da população mundial.
 
A OMS alerta que o vírus é caprichoso e que o mundo deve estar preparado para surpresas. O desafio é encontrar uma vacina para a Gripe A, uma urgência com a chegada da época da gripe ao hemisfério norte."Entre as muitas questões de resposta à pandemia, esta é provavelmente a mais crítica: como mobilizar as vacinas, como distribuí-las pelos países em desenvolvimento", admitiu o responsável da OMS para a gripe.
 
Uma especialista do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças nos EUA é mais optimista. Para Ann Moen, é possível que a Gripe A não seja mais mortífera do que uma época de gripe sazonal.
 
A OMS anunciou no início da semana que os países do hemisfério norte encomendaram mais de mil milhões de doses da vacina contra a gripe A aos laboratórios. As vacinas devem chegar em Outubro mas em quantidade limitada.

(Fonte: RTP)



publicado por servicodesaude às 11:53
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Gripe A (H1N1) - Caracterização por Sintomas - Rel. Semanal DGS

A febre e a tosse são os sintomas mais mencionados, não variando com a idade.

A rinorreia e a odinifagia são o terceiro e o quarto sintomas mais referidos na classe dos 0‐9 anos, enquanto nas restantes idades são as cefaleias e as mialgias.

Com excepção das artralgias, mais referidas por classes etárias mais elevadas, todos os outros sintomas são equiparados em qualquer classe etária em análise.

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:51
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Gripe A (H1N1) - Número de Casos e Origem-Rel. Semanal DGS

 Até ao final da 34.ª semana (23 de Agosto), verificou‐se um total acumulado de 2244 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), dos quais 24% foram importados e 76% secundários ou terciários. Destes últimos, 61% são casos sem link epidemiológico conhecido.

A prevalência acumulada de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos tendo necessitado de ventilação foi de dez doentes (um dos quais já teve alta).
Letalidade: zero óbitos.Letalidade: zero óbitos.
 


 

 

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:50
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Gripe A (H1N1) - Sexo e idade - Rel. Semanal DGS

A média etária dos indivíduos afectados pela gripe A foi de 22,4 anos, sendo a do sexo feminino de 21,8 anos e a do sexo masculino de 22,2 anos.

Apenas 3,7% dos indivíduos apresentam idade igual ou superior a 50 anos, 12,9% dos casos correspondem a crianças com idade inferior a 10 anos e 40,5% são referentes a indivíduos com idade igual ou inferior a 19 anos.

Note‐se que 88,5% dos casos são referentes a indivíduos com uma idade igual ou inferior a 39 anos.

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)



publicado por servicodesaude às 11:49
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Gripe A (H1N1) - Grupo etário e sexo - Rel. Semanal DGS

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:48
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Gripe A (H1N1) - Distribuição etária por caso - Rel. Semanal DGS

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:47
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Gripe A (H1N1) - Caracterização por região - Rel. Semanal DGS

A maioria dos casos ocorreu no Continente, 92 casos referem‐se à Região Autónoma dos Açores e 27 casos à Região Autónoma da Madeira.

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:46
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Gripe A (H1N1) - Gravidade Clínica - Rel. Semanal DGS

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:43
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Gripe A (H1N1) - Perguntas frequentes

1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?

O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.
 
2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.
 
3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
 
4. Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.
 
5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade. É prudente, contudo, considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.
 
6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.
 
7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?
Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.
 
9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1).
 
10. A vacina da gripe sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a gripe sazonal confira protecção contra a Gripe A (H1N1).
 
11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.
 
12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo?
A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.
 
13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe:
14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v? 
Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso:
15. Estamos perante uma nova pandemia de gripe?
Uma pandemia de gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve três pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, sendo que todos os Estados Membros da União Europeia têm planos de contingência nacionais.
Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial. 
 (Fonte: Ministério da Saúde)


publicado por servicodesaude às 10:28
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Alimentares: hidratação

Perante um cenário de Pandemia de Gripe, nomeadamente de gripe A (H1N1) muitas rotinas se alteram.

A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto - FCNAUP desenvolveu um e-book com o objectivo de contribuir para o planeamento de cuidados alimentares em tempos de gripe, tendo em conta que nas próximas semanas ou meses a permanência no domicílio será aconselhada a muitos portugueses quer por uma questão de prevenção quer para tratamento da doença.
 
No caso de pessoas saudáveis, isto é, que não sofrem de doença crónica, a hidrataçãoé o principal cuidado a não esquecer.
Febre alta, vómitos, diarreia e tosse provocam naturalmente desidratação, o que piora o estado do doente. É portanto fundamental manter o corpo bem hidratado.
 
As pessoas com doenças crónicas (por exemplo Diabetes, Asma, Obesidade, Doença Cardíaca…) têm, é claro, que se preocupar com a hidratação, mas devem sempre seguir as indicações do respectivo médico de família que terá em consideração o facto de serem simultaneamente doentes crónicos e terem contraído gripe.
 
Frequentemente quem está com gripe sente astenia, isto é, fraqueza, cansaço e falta de apetite. Mas, deixar de comer enfraquece o doente e dificulta a recuperação. E quanto mais fraca e cansada uma pessoa se sente, menos come.
Para quebrar este ciclo vicioso deve-se procurar comer em pequenas quantidades mas amiudadas vezes.
 
A hidrataçãoé um dos principais cuidados no tratamento da gripe. Pode fazê-lo através de diversas bebidas e alimentos, tais como:
- água, simples ou aromatizada (com limão, canela …)
- tisanas ou infusões (de tília, camomila, erva cidreira…..)
- sumos de fruta naturais ou néctares de fruta
- leite e/ou iogurtes e outros leites fermentados
- sopa, de preferência de hortaliças e legumes
- fruta
 

Nem a sopa nem nenhuma bebida deve estar demasiado quente para que o doente não fique com mais calor e transpire ainda mais. Pode, por exemplo, preparar as tisanas/infusões em quantidade abundante e deixar arrefecer num recipiente tapado.

 

Beba sempre que tiver sede e mesmo que não tenha!
Com febre,a ingestãodeve ser superior a 3,7 litros para homens e 2,7 litrospara mulheres,ou seja, cerca de 16 a 12 copos por dia, respectivamente.
 


publicado por servicodesaude às 07:00
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Alimentares: a despensa

Como organizar a despensa

A despensa é o local ideal para armazenar alimentosque se conservam por períodos longos de tempo. Aproveite esta característica para se preparar para a eventualidade de não poder sair de casa.
A arrumação deve ser feita tendo em conta a rotação de stocks de forma a permitir que o primeiro produto a entrar na despensa seja o primeiro a ser utilizado.
Bebidas engarrafadas/empacotadas - água, leite*, sumos de fruta*,…
Alimentos enlatados - refeições pré-confeccionadas, pescado (atum, sardinha, cavala,…), leguminosas (feijão, grão-de-bico, ervilha,… ), produtos hortícolas (espargos, tomate…) e fruta (pêssego, ananás,… ).
Alimentos secos que não necessitam de ser cozinhados - pão pré-embalado, tostas, bolachas, cereais de pequeno almoço, frutos secos e desidratados (nozes, amêndoas, figos, ameixas,…), farinhas e boiões de refeições/fruta para crianças, leite em pó,..
Alimentos secos que necessitam de ser cozinhados -arroz, massa, leguminosas,…
Alimentos frescos que se conservam à temperatura ambiente - batatas, cebolas, alhos,…
Outros - azeite, óleos vegetais, açúcar, chá e infusões, especiarias.

(Fonte: e-book da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto)



publicado por servicodesaude às 06:59
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Empresas alimentares

Não estão previstas medidas especiais para as empresas do sector alimentar, sendo de aplicar as preconizadas para as empresas em geral. No entanto, como representam um sector essencial para o País e para a manutenção da actividade de muitas outras empresas, referem-se os seguintes aspectos a ter em consideração:

 
1. Todas as empresas, mesmo as mais pequenas, deverão desenvolver um plano de contingência/continuação da actividade de molde a poderem fazer face ao eventual absentismo gerado pela gripe e poderem manter a laboração.
 
2. Estas empresas, sobretudo aquelas que fornecerem refeições a outras empresas ou organismos, deverão assegurar que os fornecedores de bens e produtos essenciais à laboração garantam esse fornecimento (se têm, por exemplo, o seu próprio plano de contingência).
 
3. Na elaboração deste plano, as empresas deverão recorrer aos seus serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho, pois a participação do técnico de segurança e do médico do trabalho são essenciais, especialmente deste último. Note-se que este profissional já teve que conhecer a realidade das empresas e dos seus trabalhadores aquando da realização dos exames que lhe permitiu emitir as respectivas fichas de aptidão.
 
4. Existem no microsite da Gripe, em www.dgs.pt, documentos que poderão auxiliar as empresas no desenvolvimento desta actividade (ver Empresas).
 
5. Medidas destinadas aos trabalhadores:
Higiene das mãos – os trabalhadores deverão ser incentivados a lavar as mãos sempre que possível e ter, também, à sua disposição solução de base alcoólica para lavagem de mãos quando não for possível ou conveniente usar água e sabão. O recurso a solução de base alcoólica só é aceitável quando as mãos se encontrarem limpas e sem restos de alimentos ou outras substâncias. Os trabalhadores deverão ser treinados na forma correcta de lavar as mãos, tanto com água e sabão como com a solução alcoólica. Para o efeito poderá ser utilizado o material disponibilizado no microsite da Gripe em www.dgs.pt (panfletos, cartazes, apresentações, etc.)
Etiqueta respiratória – deverão ser disponibilizados lenços de papel para os trabalhadores e para os utentes e sacos de recolha apropriados. Os trabalhadores ou o pessoal de limpeza que fizerem a sua recolha deverão ser instruídos na forma correcta de o fazer.
 
6. O facto de algum trabalhador adoecer com gripe não obriga ao encerramento da empresa ou serviço, mas sim ao seu imediato afastamento, da linha de produção e dos restantes trabalhadores, como mandam as boas práticas em manipulação de alimentos.
Para estes casos e apenas para estes, recomenda-se a colocação imediata de máscara cirúrgica, o isolamento do trabalhador em local apropriado e proceder de acordo com a recomendação em vigor à data (contactar a Saúde 24 – 808 24 24 24). Para este último aspecto sugere-se a consulta regular do microsite da Gripe em www.dgs.pt onde a informação é regularmente actualizada de acordo com a situação.
 
7. Salienta-se que, mais do que nunca, é importante observar boas práticas na manipulação de alimentos, uma vez que assim sendo contribui-se para minimizar a propagação de agentes biológicos.

 



publicado por servicodesaude às 06:33
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Empresas de transportes

As empresas de transportes não deverão, em princípio, aplicar medidas diferentes daquelas que são preconizadas para as empresas em geral. No entanto, como representam um sector essencial para o País e para a manutenção da actividade de muitas outras empresas e transportam diariamente milhares de pessoas, referem-se os seguintes aspectos a ter em consideração:

 
1. No que respeita aos trabalhadores
Higiene das mãos – os trabalhadores deverão ser incentivados a lavar as mãos sempre que possível após manuseio de dinheiro ou objectos.
Deverão ter também à sua disposição solução alcoólica para lavagem de mãos quando não for possível ou conveniente usar água e sabão. Os trabalhadores deverão ser treinados na forma correcta de lavar as mãos, tanto com água e sabão como com a solução alcoólica. Para o efeito poderá ser utilizado o material disponibilizado no Microsite da Gripe
(panfletos, cartazes, apresentações, etc.)
 
Etiqueta respiratória – Deverão ser disponibilizados lenços de papel para os trabalhadores e para os utentes e sacos de recolha apropriados. Os trabalhadores ou o pessoal de limpeza que fizerem a sua recolha deverão ser instruídos na forma correcta de o fazer.
• Os trabalhadores deverão dispor de algumas máscaras cirúrgicas para seu uso, caso adoeçam em serviço com sintomas de gripe. Nestas circunstâncias deverão abandonar imediatamente o local serviço (ou assim que possível) e proceder de acordo com a recomendação em vigor (contactar a Saúde 24 – 808 24 24 24). Não se recomenda o uso
de máscaras na ausência de sintomas.
 
2. Outras medidas
• O interior dos veículos deve ser mantido escrupulosamente limpo e ser regularmente arejado. As superfícies deverão ser limpas várias vezes ao dia e sempre que necessário com um produto adequado à base de álcool.
 
• No planeamento destas actividades com e para os trabalhadores, assim como para a elaboração do Plano de Contingência da Empresa/Plano de Continuidade da Actividade(PCA) deverá poder contar com a colaboração dos serviços de Segurança e Saúde no Trabalho. A necessidade da existência destes serviços está consignada na lei.
 
Tanto o técnico de segurança como o médico do trabalho são elementos essenciais na elaboração no PCA e no planeamento e aplicação das medidas de prevenção, mas também no acompanhamento dos trabalhadores doentes e no seu regresso ao trabalho.
 
Recomenda-se a consulta regular do microsite da Gripe em www.dgs.pt. Neste microsite estão disponíveis recomendações e orientações para as empresas, sobre medidas de higiene e sobre a gripe em geral, que são regularmente actualizadas.
Grupo Operativo Nacional para a Gripe / Núcleo para as Empresas (4 de Agosto de 2009)


publicado por servicodesaude às 06:32
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Terça-feira, 12 de Maio de 2009
1º Ano do Bebé - Pedopsiquiatria e formação magistrados

Um médico, Dr. Mário Albuquerque pergunta:

Qual é a formação dos magistrados, na área da Psicologia do Desenvolvimento para lidarem com a questão dos abusos às crianças? E qual o parecer da Pediatria da Ordem dos Médicos, sobre este assunto?
Um assunto muito importante, já que há casos em que um parecer de um pedopsiquiatra foi ignorado por um juiz…
 
Dr. Álvaro de Carvalho (Coordenação Nacional de Saúde Mental): O colega fala da Pediatria mas acho que é mais uma questão da Pedopsiquiatria.
É um assunto muito importante. Tanto quanto consegui aperceber-me, numa licenciatura em Direito não há nenhuma cadeira sobre os direitos das crianças. Há apenas algumas abordagens em pós-graduações.
E nos Centros de Estudos Judiciários também não, para onde vão só os licenciados em Direito e, portanto, não terão tido essa sensibilização prévia. Até nos anos em que o Sr. Armando Leandro e o Dr. Laborinho Lúcio foram grandes impulsionadores do CEJ, e tinham uma grande sensibilidade para estas questões.
Até aí os juízes consideravam-se os peritos dos peritos. Há muitas áreas em que isso acontece, mas eu enquanto psiquiatra não me sinto competente para dar um parecer sobre cirurgia ou cardiologia.
Nas decisões médico-legais em que tenho intervido, constatei que há uma posição de certos magistrados, de uma certa omnipotência, e não procuram ouvir a posição dos peritos, quer sejam pedopsiquiatras, quer sejam pediatras, num tempo em que a multidisciplinaridade e a complementaridade das ciências são fundamentais.
Há a necessidade de haver em Portugal uma figura que seja transversal a todas essas situações que é a figura do Provedor da Criança. Somos dos poucos países da Europa que não a tem.
E seria bom que os políticos pudessem de facto criar essa figura; alguém que chame a atenção para as faculdades de Direito, para os Centros de Estudos Judiciários, da Ordem dos Médicos e da Ordem dos Advogados, para a importância de, nesta área tão sensível, haver interdisciplinaridade, diálogo e respeito entre os vários saberes.


publicado por servicodesaude às 03:08
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