Segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Gripe A (H1N1) - Forma severa ataca jovens saudáveis

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta para uma forma mais grave da gripe A, que ataca directamente os pulmões e causa problemas em jovens saudáveis, obrigando a tratamento hospitalar intensivo.

Alguns países estão a reportar que 15% dos doentes hospitalizados com a doença estão a necessitar de cuidados intensivos, pelo facto do vírus infectar os pulmões, e provocar uma grave falha respiratória. (29 Agosto)



publicado por servicodesaude às 11:54
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Gripe A (H1N1) - OMS alerta para explosão do número de casos

Genebra, 28 Ago (Lusa) - O vírus H1N1 da gripe A, que já provocou perto de 2200 mortes em 177 países, e tornou-se o vírus da gripe dominante no mundo, ultrapassando a gripe sazonal, indicou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS).

 
"A dada altura, haverá uma explosão do número de casos" confirmados de gripe A, afirmou o director da OMS Pacífico Ocidental. Nos próximos dois anos poderão ser infectados com H1N1 dois mil milhões de pessoas em todo o mundo, um terço da população mundial.
 
A OMS alerta que o vírus é caprichoso e que o mundo deve estar preparado para surpresas. O desafio é encontrar uma vacina para a Gripe A, uma urgência com a chegada da época da gripe ao hemisfério norte."Entre as muitas questões de resposta à pandemia, esta é provavelmente a mais crítica: como mobilizar as vacinas, como distribuí-las pelos países em desenvolvimento", admitiu o responsável da OMS para a gripe.
 
Uma especialista do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças nos EUA é mais optimista. Para Ann Moen, é possível que a Gripe A não seja mais mortífera do que uma época de gripe sazonal.
 
A OMS anunciou no início da semana que os países do hemisfério norte encomendaram mais de mil milhões de doses da vacina contra a gripe A aos laboratórios. As vacinas devem chegar em Outubro mas em quantidade limitada.

(Fonte: RTP)



publicado por servicodesaude às 11:53
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Gripe A (H1N1) - Vacinação: grávidas, crianças e doentes crónicos

Alguns médicos defendem a administração da vacina em futuras mães, consideradas como um grupo de risco na infecção do vírus H1N1, pelo facto de terem menos defesas, crianças com menos de cinco anos, adultos com mais de 65 anos e doentes pulmonares, cardiovasculares e crónicos.

 
Um estudo divulgado na revista "Science" defende a vacinação das crianças em idade escolar e dos pais. A investigação da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos EUA, sugere que o número de infectados será menor se forem vacinados os que tiverem maiores possibilidades de contraírem a doença.
 
Numa nova comunicação sobre os grupos de risco, a OMS sublinha que pessoas sem problemas de saúde e sintomas moderados de gripe A ou sazonal não devem tomar anti-virais, como o Tamiflu.
(Fonte: RTP)


publicado por servicodesaude às 11:52
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Gripe A (H1N1) - Caracterização por Sintomas - Rel. Semanal DGS

A febre e a tosse são os sintomas mais mencionados, não variando com a idade.

A rinorreia e a odinifagia são o terceiro e o quarto sintomas mais referidos na classe dos 0‐9 anos, enquanto nas restantes idades são as cefaleias e as mialgias.

Com excepção das artralgias, mais referidas por classes etárias mais elevadas, todos os outros sintomas são equiparados em qualquer classe etária em análise.

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:51
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Gripe A (H1N1) - Número de Casos e Origem-Rel. Semanal DGS

 Até ao final da 34.ª semana (23 de Agosto), verificou‐se um total acumulado de 2244 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), dos quais 24% foram importados e 76% secundários ou terciários. Destes últimos, 61% são casos sem link epidemiológico conhecido.

A prevalência acumulada de casos internados em Unidades de Cuidados Intensivos tendo necessitado de ventilação foi de dez doentes (um dos quais já teve alta).
Letalidade: zero óbitos.Letalidade: zero óbitos.
 


 

 

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:50
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Gripe A (H1N1) - Sexo e idade - Rel. Semanal DGS

A média etária dos indivíduos afectados pela gripe A foi de 22,4 anos, sendo a do sexo feminino de 21,8 anos e a do sexo masculino de 22,2 anos.

Apenas 3,7% dos indivíduos apresentam idade igual ou superior a 50 anos, 12,9% dos casos correspondem a crianças com idade inferior a 10 anos e 40,5% são referentes a indivíduos com idade igual ou inferior a 19 anos.

Note‐se que 88,5% dos casos são referentes a indivíduos com uma idade igual ou inferior a 39 anos.

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)



publicado por servicodesaude às 11:49
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Gripe A (H1N1) - Grupo etário e sexo - Rel. Semanal DGS

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:48
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Gripe A (H1N1) - Distribuição etária por caso - Rel. Semanal DGS

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:47
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Gripe A (H1N1) - Caracterização por região - Rel. Semanal DGS

A maioria dos casos ocorreu no Continente, 92 casos referem‐se à Região Autónoma dos Açores e 27 casos à Região Autónoma da Madeira.

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:46
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Gripe A (H1N1) - Gravidade Clínica - Rel. Semanal DGS

 

Fonte: Ministério da Saúde (23 de Agosto de 2009)

 



publicado por servicodesaude às 11:43
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Gripe A (H1N1) - Perguntas frequentes

1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?

O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.
 
2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.
 
3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da gripe sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
 
4. Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.
 
5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade. É prudente, contudo, considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.
 
6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.
 
7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?
Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.
 
9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1).
 
10. A vacina da gripe sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a gripe sazonal confira protecção contra a Gripe A (H1N1).
 
11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar e o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.
 
12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo?
A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.
 
13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe:
14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v? 
Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso:
15. Estamos perante uma nova pandemia de gripe?
Uma pandemia de gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve três pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, sendo que todos os Estados Membros da União Europeia têm planos de contingência nacionais.
Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial. 
 (Fonte: Ministério da Saúde)


publicado por servicodesaude às 10:28
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Alimentares: hidratação

Perante um cenário de Pandemia de Gripe, nomeadamente de gripe A (H1N1) muitas rotinas se alteram.

A Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto - FCNAUP desenvolveu um e-book com o objectivo de contribuir para o planeamento de cuidados alimentares em tempos de gripe, tendo em conta que nas próximas semanas ou meses a permanência no domicílio será aconselhada a muitos portugueses quer por uma questão de prevenção quer para tratamento da doença.
 
No caso de pessoas saudáveis, isto é, que não sofrem de doença crónica, a hidrataçãoé o principal cuidado a não esquecer.
Febre alta, vómitos, diarreia e tosse provocam naturalmente desidratação, o que piora o estado do doente. É portanto fundamental manter o corpo bem hidratado.
 
As pessoas com doenças crónicas (por exemplo Diabetes, Asma, Obesidade, Doença Cardíaca…) têm, é claro, que se preocupar com a hidratação, mas devem sempre seguir as indicações do respectivo médico de família que terá em consideração o facto de serem simultaneamente doentes crónicos e terem contraído gripe.
 
Frequentemente quem está com gripe sente astenia, isto é, fraqueza, cansaço e falta de apetite. Mas, deixar de comer enfraquece o doente e dificulta a recuperação. E quanto mais fraca e cansada uma pessoa se sente, menos come.
Para quebrar este ciclo vicioso deve-se procurar comer em pequenas quantidades mas amiudadas vezes.
 
A hidrataçãoé um dos principais cuidados no tratamento da gripe. Pode fazê-lo através de diversas bebidas e alimentos, tais como:
- água, simples ou aromatizada (com limão, canela …)
- tisanas ou infusões (de tília, camomila, erva cidreira…..)
- sumos de fruta naturais ou néctares de fruta
- leite e/ou iogurtes e outros leites fermentados
- sopa, de preferência de hortaliças e legumes
- fruta
 

Nem a sopa nem nenhuma bebida deve estar demasiado quente para que o doente não fique com mais calor e transpire ainda mais. Pode, por exemplo, preparar as tisanas/infusões em quantidade abundante e deixar arrefecer num recipiente tapado.

 

Beba sempre que tiver sede e mesmo que não tenha!
Com febre,a ingestãodeve ser superior a 3,7 litros para homens e 2,7 litrospara mulheres,ou seja, cerca de 16 a 12 copos por dia, respectivamente.
 


publicado por servicodesaude às 07:00
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Alimentares: a despensa

Como organizar a despensa

A despensa é o local ideal para armazenar alimentosque se conservam por períodos longos de tempo. Aproveite esta característica para se preparar para a eventualidade de não poder sair de casa.
A arrumação deve ser feita tendo em conta a rotação de stocks de forma a permitir que o primeiro produto a entrar na despensa seja o primeiro a ser utilizado.
Bebidas engarrafadas/empacotadas - água, leite*, sumos de fruta*,…
Alimentos enlatados - refeições pré-confeccionadas, pescado (atum, sardinha, cavala,…), leguminosas (feijão, grão-de-bico, ervilha,… ), produtos hortícolas (espargos, tomate…) e fruta (pêssego, ananás,… ).
Alimentos secos que não necessitam de ser cozinhados - pão pré-embalado, tostas, bolachas, cereais de pequeno almoço, frutos secos e desidratados (nozes, amêndoas, figos, ameixas,…), farinhas e boiões de refeições/fruta para crianças, leite em pó,..
Alimentos secos que necessitam de ser cozinhados -arroz, massa, leguminosas,…
Alimentos frescos que se conservam à temperatura ambiente - batatas, cebolas, alhos,…
Outros - azeite, óleos vegetais, açúcar, chá e infusões, especiarias.

(Fonte: e-book da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto)



publicado por servicodesaude às 06:59
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Empresas alimentares

Não estão previstas medidas especiais para as empresas do sector alimentar, sendo de aplicar as preconizadas para as empresas em geral. No entanto, como representam um sector essencial para o País e para a manutenção da actividade de muitas outras empresas, referem-se os seguintes aspectos a ter em consideração:

 
1. Todas as empresas, mesmo as mais pequenas, deverão desenvolver um plano de contingência/continuação da actividade de molde a poderem fazer face ao eventual absentismo gerado pela gripe e poderem manter a laboração.
 
2. Estas empresas, sobretudo aquelas que fornecerem refeições a outras empresas ou organismos, deverão assegurar que os fornecedores de bens e produtos essenciais à laboração garantam esse fornecimento (se têm, por exemplo, o seu próprio plano de contingência).
 
3. Na elaboração deste plano, as empresas deverão recorrer aos seus serviços de segurança, higiene e saúde no trabalho, pois a participação do técnico de segurança e do médico do trabalho são essenciais, especialmente deste último. Note-se que este profissional já teve que conhecer a realidade das empresas e dos seus trabalhadores aquando da realização dos exames que lhe permitiu emitir as respectivas fichas de aptidão.
 
4. Existem no microsite da Gripe, em www.dgs.pt, documentos que poderão auxiliar as empresas no desenvolvimento desta actividade (ver Empresas).
 
5. Medidas destinadas aos trabalhadores:
Higiene das mãos – os trabalhadores deverão ser incentivados a lavar as mãos sempre que possível e ter, também, à sua disposição solução de base alcoólica para lavagem de mãos quando não for possível ou conveniente usar água e sabão. O recurso a solução de base alcoólica só é aceitável quando as mãos se encontrarem limpas e sem restos de alimentos ou outras substâncias. Os trabalhadores deverão ser treinados na forma correcta de lavar as mãos, tanto com água e sabão como com a solução alcoólica. Para o efeito poderá ser utilizado o material disponibilizado no microsite da Gripe em www.dgs.pt (panfletos, cartazes, apresentações, etc.)
Etiqueta respiratória – deverão ser disponibilizados lenços de papel para os trabalhadores e para os utentes e sacos de recolha apropriados. Os trabalhadores ou o pessoal de limpeza que fizerem a sua recolha deverão ser instruídos na forma correcta de o fazer.
 
6. O facto de algum trabalhador adoecer com gripe não obriga ao encerramento da empresa ou serviço, mas sim ao seu imediato afastamento, da linha de produção e dos restantes trabalhadores, como mandam as boas práticas em manipulação de alimentos.
Para estes casos e apenas para estes, recomenda-se a colocação imediata de máscara cirúrgica, o isolamento do trabalhador em local apropriado e proceder de acordo com a recomendação em vigor à data (contactar a Saúde 24 – 808 24 24 24). Para este último aspecto sugere-se a consulta regular do microsite da Gripe em www.dgs.pt onde a informação é regularmente actualizada de acordo com a situação.
 
7. Salienta-se que, mais do que nunca, é importante observar boas práticas na manipulação de alimentos, uma vez que assim sendo contribui-se para minimizar a propagação de agentes biológicos.

 



publicado por servicodesaude às 06:33
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Gripe A (H1N1) - Recomendações Empresas de transportes

As empresas de transportes não deverão, em princípio, aplicar medidas diferentes daquelas que são preconizadas para as empresas em geral. No entanto, como representam um sector essencial para o País e para a manutenção da actividade de muitas outras empresas e transportam diariamente milhares de pessoas, referem-se os seguintes aspectos a ter em consideração:

 
1. No que respeita aos trabalhadores
Higiene das mãos – os trabalhadores deverão ser incentivados a lavar as mãos sempre que possível após manuseio de dinheiro ou objectos.
Deverão ter também à sua disposição solução alcoólica para lavagem de mãos quando não for possível ou conveniente usar água e sabão. Os trabalhadores deverão ser treinados na forma correcta de lavar as mãos, tanto com água e sabão como com a solução alcoólica. Para o efeito poderá ser utilizado o material disponibilizado no Microsite da Gripe
(panfletos, cartazes, apresentações, etc.)
 
Etiqueta respiratória – Deverão ser disponibilizados lenços de papel para os trabalhadores e para os utentes e sacos de recolha apropriados. Os trabalhadores ou o pessoal de limpeza que fizerem a sua recolha deverão ser instruídos na forma correcta de o fazer.
• Os trabalhadores deverão dispor de algumas máscaras cirúrgicas para seu uso, caso adoeçam em serviço com sintomas de gripe. Nestas circunstâncias deverão abandonar imediatamente o local serviço (ou assim que possível) e proceder de acordo com a recomendação em vigor (contactar a Saúde 24 – 808 24 24 24). Não se recomenda o uso
de máscaras na ausência de sintomas.
 
2. Outras medidas
• O interior dos veículos deve ser mantido escrupulosamente limpo e ser regularmente arejado. As superfícies deverão ser limpas várias vezes ao dia e sempre que necessário com um produto adequado à base de álcool.
 
• No planeamento destas actividades com e para os trabalhadores, assim como para a elaboração do Plano de Contingência da Empresa/Plano de Continuidade da Actividade(PCA) deverá poder contar com a colaboração dos serviços de Segurança e Saúde no Trabalho. A necessidade da existência destes serviços está consignada na lei.
 
Tanto o técnico de segurança como o médico do trabalho são elementos essenciais na elaboração no PCA e no planeamento e aplicação das medidas de prevenção, mas também no acompanhamento dos trabalhadores doentes e no seu regresso ao trabalho.
 
Recomenda-se a consulta regular do microsite da Gripe em www.dgs.pt. Neste microsite estão disponíveis recomendações e orientações para as empresas, sobre medidas de higiene e sobre a gripe em geral, que são regularmente actualizadas.
Grupo Operativo Nacional para a Gripe / Núcleo para as Empresas (4 de Agosto de 2009)


publicado por servicodesaude às 06:32
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